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My Personal Dna Report
pl.n. Miscellaneous items, remnants, or pieces. The American Heritage® Dictionary of the English Language, Fourth Edition copyright ©2000 by Houghton Mifflin Company. All rights reserved.
sexta-feira, 21 de julho de 2006
quarta-feira, 12 de julho de 2006
A glimpse of my life
Orçamento contas a pagar condomínio quando vestido de noiva orçamento cartório reconhecer firma fechar contrato Japão editora publicar livro e-mail iluminação DJ cópia autenticada do RG e CPF transferência bancária CPMF planilha de custos data Australia orçamento buffet apartamento IPTU degustação cartório de notas doces lembrancinhas bouquet de rosas ou de flores do campo mais orçamento contrato de imóvel psicopatia sociopatia aluguel de vestido dia da noiva mapa do local acertar a data transferência eletrônica ou cheque administrativo atualizar o site telefonema do banco chegou talão de cheque box de vidro ou de blindex contrato internacional tradutor horas extras muitas cortininha no box mas cama tipo box é mais barato jurídico provedor cozinha planejada fotógrafo para quê tudo bem vestido branco mas de tênis contrato da Coréia lançamento do livro vai ter ou não ligar para o chefe do chefe do chefe e perguntar da situação que situação não faço a menor idéia revisar o release corretor de imóveis documentação ok conta corrente mesa de frios juros parcelamento aprovar o layout ligar para o banco decoração calígrafo orçamento forma de pagamento em dez vezes sem juros conta outra que eu sei que os juros estão embutidos no preço.
quarta-feira, 5 de julho de 2006
Símbolos malignos da contemporaneidade
1) Atualizar amizades por scrapbook do Orkut;
2) Perder 1/4 do seu tempo de vigília parado no trânsito;
3) Virar radical de extrema-direita do dia para a noite;
4) Aparelho ortodôntico;
5) Saber que seus genes de dentes tortos deveriam SUMIR da face da Terra e ainda assim insistir em passá-los adiante;
6) Não saber mais onde fica a fila do caixa convencional do seu banco;
7) Descobrir que almoçar inflacionou cerca de 500% nos últimos cinco anos, sendo que o Ceagesp indicou deflação no preço da matéria-prima;
8) Desaprendizado do traquejo social;
9) Substituição do livro pelo DVD;
10) Achar que o cara da medicina que metralhou um monte de gente no Shopping Morumbi estava certo.
2) Perder 1/4 do seu tempo de vigília parado no trânsito;
3) Virar radical de extrema-direita do dia para a noite;
4) Aparelho ortodôntico;
5) Saber que seus genes de dentes tortos deveriam SUMIR da face da Terra e ainda assim insistir em passá-los adiante;
6) Não saber mais onde fica a fila do caixa convencional do seu banco;
7) Descobrir que almoçar inflacionou cerca de 500% nos últimos cinco anos, sendo que o Ceagesp indicou deflação no preço da matéria-prima;
8) Desaprendizado do traquejo social;
9) Substituição do livro pelo DVD;
10) Achar que o cara da medicina que metralhou um monte de gente no Shopping Morumbi estava certo.
segunda-feira, 19 de junho de 2006
Não é nada pessoal...
Não estou de mal de ninguém, nem dos supostos vírus do Orkut, nem da internet e nem da Copa (um pouco da Copa sim). É falta de tempo mesmo. Mesmo com o meu próprio método super-revolucionário de otimização de tempo, continuo sem tempo. De onde concluo que tempo é feito da mesma matéria que dinheiro: algo extremamente volátil. Tão volátil que só de pensar nele, já acabou.
Falando em tempo, enquanto eu lavava a cabeça, estava botando a cachola para funcionar, no único momento do dia que não estou sendo bombardeada por futebol. (Porque, honestamente, botar o rádio no volume máximo para conseguir ouvir debaixo do chuveiro é coisa de drogado. Nada contra as drogas. Cada um se mata como quiser. Câncer, drogas, cigarro, cirrose, batata frita... Tudo chega no mesmo lugar, mas drogas combinadas a italianos surdos pode gerar ódio na vizinhança). E tive uma idéia para escrever um conto. Faz muito tempo que não escrevo nada para mim. Esse negócio de trabalhar muitas horas por dia, usando a cabeça, é meio nocivo. O tempo e a disposição que temos vai integralmente para os outros. É só acompanhar o abandono do presente blogue para ver que faz sentido. Até tentei desenvolver um cérebro anexo, para trabalhar quando o cérebro principal esgota. Mas acho que este poder de multiplicação celular só se aplica ao estômago.
Mas voltando à Copa, o que tem a ver fazer barulho com essas malditas buzinas de plástico e ser patriota?
Hoje um vendedor ambulante me acusou de anti-patriotismo porque eu era a única no semáforo sem a bendita bandeirinha pendurada (e escangalhada, diga-se de passagem) do lado de fora da janela do carro. he he he. Desculpe-me, senhor moço, mas ser patriota é bem diferente de ser torcedor. Eu até gosto de assistir aos jogos. Mas recuso-me a associar a idéia de patriotismo a uma buzina verde ou a uma bandeira de plástico que vai ficar arrebentada do lado de fora do meu carro, enquanto o Orestes Quércia e o Paulo Maluf fazem campanha eleitoral na televisão e ninguém acha nada.
Pão e circo. Bolsa-família e futebol.
Aliás, a melhor hora para pegar a estrada no domingo foi às 13h. Cheguei a tempo de ver o segundo gol do nosso time capenga e presenciar o patriotismo das crianças da rua com suas buzinas verdes e amarelas.
Falando em tempo, enquanto eu lavava a cabeça, estava botando a cachola para funcionar, no único momento do dia que não estou sendo bombardeada por futebol. (Porque, honestamente, botar o rádio no volume máximo para conseguir ouvir debaixo do chuveiro é coisa de drogado. Nada contra as drogas. Cada um se mata como quiser. Câncer, drogas, cigarro, cirrose, batata frita... Tudo chega no mesmo lugar, mas drogas combinadas a italianos surdos pode gerar ódio na vizinhança). E tive uma idéia para escrever um conto. Faz muito tempo que não escrevo nada para mim. Esse negócio de trabalhar muitas horas por dia, usando a cabeça, é meio nocivo. O tempo e a disposição que temos vai integralmente para os outros. É só acompanhar o abandono do presente blogue para ver que faz sentido. Até tentei desenvolver um cérebro anexo, para trabalhar quando o cérebro principal esgota. Mas acho que este poder de multiplicação celular só se aplica ao estômago.
Mas voltando à Copa, o que tem a ver fazer barulho com essas malditas buzinas de plástico e ser patriota?
Hoje um vendedor ambulante me acusou de anti-patriotismo porque eu era a única no semáforo sem a bendita bandeirinha pendurada (e escangalhada, diga-se de passagem) do lado de fora da janela do carro. he he he. Desculpe-me, senhor moço, mas ser patriota é bem diferente de ser torcedor. Eu até gosto de assistir aos jogos. Mas recuso-me a associar a idéia de patriotismo a uma buzina verde ou a uma bandeira de plástico que vai ficar arrebentada do lado de fora do meu carro, enquanto o Orestes Quércia e o Paulo Maluf fazem campanha eleitoral na televisão e ninguém acha nada.
Pão e circo. Bolsa-família e futebol.
Aliás, a melhor hora para pegar a estrada no domingo foi às 13h. Cheguei a tempo de ver o segundo gol do nosso time capenga e presenciar o patriotismo das crianças da rua com suas buzinas verdes e amarelas.
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