domingo, 31 de outubro de 2010

Desequilíbrio

E todo mundo me diz que sou uma pessoa que tem muita clareza e muita consciência dos meus atos. Isso, é claro, quando meus objetivos são iguais aos de todo mundo. Fora isso, é loucura.

Me internem, então.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Halloween


Em anos anteriores eu já disse que não curto muito Halloween, apesar de sempre ter trabalhado em escolas de idiomas e o pessoal adorar uma bagunça por conta da data.


No entanto, excepcionalmente esse ano, estou fantasiada durante a semana de Halloween: corretivo nenhum está dando jeito nas olheiras e estou uma perfeita zumbi. 

Não reparem se eu não responder, reagir ou entender. Vida de morto-vivo é assim mesmo. Ainda não comecei a comer cérebros por aí, mas tudo indica que é nessa direção que vou. Cuidado. (Se tiver cérebro, no caso).

domingo, 24 de outubro de 2010

Versão 3.2

Eu, versão 3.2: aplicativos novos, software atualizado e mais resistente à quebra e à perda de dados!


Não me sinto diferente no dia do meu aniversário. (Exceto pelo fato de ter ganhado um livro que eu queria havia muito tempo e que custa muito caro aqui no Brasil!)

Muitas pessoas acreditam que ficamos mais velhas no aniversário. Não. Não ficamos. Ficamos mais velhas todos os dias. O aniversário é somente a celebração de outros 365 dias a partir do momento em que fomos tirados da barriga da mãe.

Todo dia é dia de envelhecer, de ganhar experiência, de crescer, de aprender, de evoluir.



É certo que às vezes involuímos também. Sentimos coisas que não gostaríamos de sentir. Agimos de maneiras que não gostaríamos de agir. Temos desejos que fomos ensinados a não ter. E chamam isso de civilidade.

Mas deixemos os pensamentos sombrios para mais tarde. Hoje é dia de celebrar com aqueles que amo. Que amo de verdade.

Agradeço a todos os meus companheiros de viagem que apoiam meus atos mais incivilizados.


Perfil atualizado.

sábado, 23 de outubro de 2010

Amor eterno

O amor não doi. E todo amor é eterno. Se rasga por dentro e dilacera, não é amor. E se acaba, também não é.

Dor de cotovelo? Ah, todo mundo tem direito a isso. Deveria estar na Declaração Universal dos Direitos do Homem (e da Mulher também). Mas isso não é amor.

Amor, para mim, é sereno e perene. O resto é outra coisa.